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	<title>ALICE4u - ALICE4u - Ageing Longer Intelligent Care Environment</title>
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	<description>Uma plataforma digital para monitorizar idosos.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 21 Mar 2025 16:16:45 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Quem são os idosos a viver nos Lares em Portugal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ALICE for you]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 14:40:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A equipa ALICE4u teve alguns meses de intenso trabalho de campo:o estudo que apresentamos, caracteriza tão bem quanto possível a população idosa a viver em Lar em Portugal</p>
<p>The post <a href="https://www.alice.healthcare/quem-sao-os-idosos-a-viver-nos-lares-em-portugal/">Quem são os idosos a viver nos Lares em Portugal?</a> first appeared on <a href="https://www.alice.healthcare">ALICE4u - Ageing Longer Intelligent Care Environment</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_0 et_pb_with_background et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><!-- divi:paragraph {"fontSize":"medium"} --></p>
<p>➡️ Antes de avançar para o desenvolvimento do ALICE4u, <strong>a nossa equipa teve alguns meses de intenso trabalho de campo.</strong></p>
<p><!-- divi:paragraph -->O objectivo era conseguir <strong>caracterizar</strong> tão bem quanto possível <strong>a população idosa</strong> e, assim, poder adaptar o ALICE4u às suas necessidades reais mais prementes. 📣</p>
<p>O primeiro grupo estudado foram os residentes em Estruturas Residenciais Para Idosos (ERPI). Por uma questão logística, o estudo foi realizado no Alentejo Central, onde se aplicaram instrumentos de avaliação como o Mini Mental State, o WHOQOL – Bref e a Escala de Katz. <strong>Foram entrevistados 868 idosos, residentes em 38 instituições. </strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><!-- divi:paragraph {"fontSize":"large"} --></p>
<h2 class="has-large-font-size"><strong>Principais dados do estudo</strong></h2>
<p>Os resultados obtidos permitiram perceber que:</p>
<p><!-- divi:paragraph {"fontSize":"medium"} --></p>
<h3 class="has-medium-font-size"><strong>1.Idade Avançada</strong></h3>
<p><!-- divi:paragraph -->A idade média dos idosos institucionalizados é de <span style="text-decoration: underline;">85 anos</span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="has-medium-font-size"><strong>2.Baixo nível de escolaridade</strong></h3>
<p><!-- divi:paragraph --><span style="text-decoration: underline;">A taxa de analfabetismo ronda os </span><strong>37.6%</strong> e apenas 1.2% dos residentes frequentou o ensino superior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><!-- divi:paragraph {"fontSize":"medium"} --></p>
<h3 class="has-medium-font-size"><strong>3.Obesidade e excesso de peso</strong></h3>
<p><!-- divi:paragraph -->Cerca de <strong>24%</strong><span style="text-decoration: underline;"> dos idosos</span> a residir em ERPI <span style="text-decoration: underline;">são obesos</span>, mas mais de 61% apresenta excesso de peso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="has-medium-font-size"><strong>4.Doenças crónicas</strong></h3>
<p><!-- divi:paragraph --><span style="text-decoration: underline;">A hipertensão é a principal doença crónica</span> com uma prevalência de <strong>89.3%</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="has-medium-font-size"><strong>5.Deterioração cognitiva e dependência</strong></h3>
<p><!-- divi:paragraph --><strong>61%</strong> dos residentes apresenta <span style="text-decoration: underline;">deterioração cognitiva.</span></p>
<p><!-- divi:paragraph --><span style="text-decoration: underline;">Só</span> <strong>5.9%</strong><span style="text-decoration: underline;"> dos residentes são totalmente autónomos</span> na realização das suas Actividades de Vida Diárias.</p>
<p><!-- divi:paragraph --><span style="text-decoration: underline;"><strong>65.2%</strong> </span>apresenta um <span style="text-decoration: underline;">nível de dependência</span> entre moderado e grave.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><!-- divi:paragraph {"fontSize":"medium"} --></p>
<h3 class="has-medium-font-size"><strong>6. Problemas de comunicação</strong></h3>
<p><!-- divi:paragraph -->Menos de <strong>10%</strong> dos idosos <span style="text-decoration: underline;">são totalmente independentes</span> a nível de comunicação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3 class="has-medium-font-size"><strong>7. Saúde Mental</strong></h3>
<p><!-- divi:paragraph -->Mais de <strong>50%</strong> dos idosos apresenta <span style="text-decoration: underline;">sintomatologia depressiva</span> que pode ir de leve a severa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><!-- divi:paragraph {"fontSize":"large"} --></p>
<h2 class="has-large-font-size"><strong>O que estes dados nos dizem?</strong></h2>
<p><!-- divi:paragraph -->Estes resultados, em linha com os encontrados em estudos semelhantes, permitem-nos perceber que a população residente em ERPI se encontra <strong>bastante envelhecida e fragilizada</strong>, necessitando a esmagadora maioria dos idosos de apoio, pelo menos moderado, para a realização das suas actividades do dia-a-dia.</p>
<p>É também possível concluir que <strong>a deterioração cognitiva </strong>é, <strong>cada vez mais</strong>, uma questão central e que deve ser tida em conta quando se planeiam cuidados e intervenções para esta população.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><!-- /divi:paragraph --></p></div>
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